/ Psicologia

Eu quero ser feliz... Eu quero?

 É tradicional: quando perguntamos a qualquer pessoa o que ela mais quer na vida e é natural a resposta: Eu quero ser feliz! Se todas as pessoas afirmam, categoricamente: Eu quero ser feliz! por qual motivo, na maioria das vezes, elas não conseguem esta felicidade? 


Poderíamos enumerar uma série de motivos que contribuem de maneira contundente ao boicote de nossa felicidade mas, certamente, temos um que é o principal e precisamos, com urgência, despertar nossa consciência para enfrentá-lo e superá-lo. Falamos das nossas cristalizações mentais.

Vamos explicar um pouco como todos nós estamos, há cerca de milhares de anos, vivendo o engodo desta grande armadilha. Para se começar a entender um pouco disso, temos que parar nossos pensamentos e nos atermos a esta afirmação: Tudo aquilo que vivemos no presente, no agora, vai para uma região de nossa mente chamada subconsciente (ou inconsciente para os mais ortodoxos) e lá fica guardado, como ficaria num arquivo, esperando algum motivo ou acesso para ser reelembrado.

Todas estas informações arquivadas (nosso patrimônio pessoal) fazem parte de nossas experiências de alma e diante de uma imagem, som, cor, cheiro, lembrança ou semelhança elas saem do arquivo e se misturam com nosso momento presente, alterando-o, trazendo-nos as mesmas emoções e todas as conseqüências, boas ou más que elas geraram, sem que nós nos déssemos conta desta realidade.

O ser humano é um animal racional. Ele raciocina, elabora, abstrai. E o aprendizado é feito, principalmente, por imitação. A criança imita o adulto, naquilo que ele faz e não no que diz. A criança só nos imita no que dissermos, se o fizermos também. Portanto, aquilo que eu imito, eu aprendo: o que eu aprendo, guardo no arquivo e esta informação fica lá, esperando a oportunidade de ser novamente lançada fora, como um conhecimento adquirido.

Volte ao seu passado e veja até onde você consegue se lembrar de sua infância; perceba, há um limite... Você lembra algumas coisas e outras não consegue... Imagine que você já teve múltiplas vidas...(a Psicologia Transpessoal lhe prova, caso duvide) e que toda sua história está arquivada em seu subconsciente e mesmo não se lembrando agora das experiências vividas, elas estão aí dentro... E quando um evento qualquer é acionado, você acaba agindo de acordo com as informações que têm no arquivo e não como gostaria de estar agindo, visando a conquista de sua felicidade.

Observe que você tem medos e não sabe de onde vêm. Sente-se inseguro e não sabe o motivo; sente-se desconfortável com as atitudes dos outros que mexem com seu interior e não se lembra de ter vivido estas experiências nesta vida. Outras suas atitudes não são de bloqueios. São de ousadias, precipitações, são de agir sem pensar, agressividade, compulsão... Estamos querendo que entenda que nós humanos agimos principalmente por motivos subconscientes (inconscientes).

Normalmente, estes motivos subconscientes/inconscientes, são os responsáveis pela maioria de nossas atitudes, pelo padrão de infelicidade que mantemos em nossas vidas. O passado habita nosso presente .... a todo o momento. Temos inúmeras mensagens do passado que controlam o que somos hoje. Eu ainda não sou o que devo ser... Eu sou ainda o produto de minha educação. É provável que eu tenha em meu arquivo uma série de coisas que preciso aprender a jogar fora e não sei como.... São estas coisas que não me servem que provocam o sofrimento que tenho.

Reafirmamos que tudo o que está neste arquivo da minha mente são as experiências acumuladas e os traumas que vivi e não me libertei e aparecem agora como medos, inseguranças, mágoas, tristezas sem motivo aparente, raivas incompreendidas, comportamentos compulsivos e obsessivos e apegos, entre outros. Este é o meu lixo psíquico de que preciso aprender a me livrar. Não há mais espaço para mantê-lo em minha vida. Eu mereço ser feliz e este entulho não tem me deixado ser.

Quantas crenças e valores, quantas informações de desequilíbrio temos armazenadas em nossa mente. No universo, o que impera é a LEI DO AMOR. O que mais fazemos conosco é praticar o desamor. Ensinaram-nos, e a música já diz: tudo que é bom, é proibido ou engorda.

Vivemos num processo de extrema manipulação espiritual. Seres que em épocas bem antigas, cerca de 300.000 anos atrás, aportaram na Terra vindos de outros mundos, mudaram nosso código genético, implantando uma nova filosofia no planeta, e nós que estávamos sendo preparados para sermos a luz que somos, estamos todo este tempo, vivendo sob o império dos medos. Medos que comandam, que impõem e que limitam o ser humano a não viver o Deus que cada um de nós é.

Quase que deixamos a criatividade de lado. E quando não criamos não descobrimos o Deus que cada um é. Talvez, atualmente, uma das poucas coisas que fazemos aqui na Terra, imitando o Grande Criador, é sermos Mãe e Pai. Só na procriação imitamos a nossa própria fonte geradora de vida. Em outras atitudes estamos muito longe daquilo informado pelo Cristo: Vós sois deuses...

Nossa proposta é que siga conosco e venha aprender a lidar com o Deus que você é e aprenda a jogar fora esses conteúdos que não lhe servem para mais nada e se abra para o novo, o novo ser, a nova consciência e deixe o seu Cristo interior conduzir sua vida. Vamos aprender um pouco mais sobre nossa história psíquica e verdadeiramente assumirmos quem de fato somos?

Texto revisado por: Cris